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Jean Braudrillard Versus Paul Virilio

No âmbito da Unidade Curricular de Educação e Sociedade em Rede do Mestrado em Pedagogia do Elearning, da Universidade Aberta, o docente solicitou que fosse apresentado no blog pessoal do mestrando um post, no qual deverá ser apresentado de modo sintético o que caracteriza a diferença entre as posições de Jean Baudrillard e Paul Virilio sobre o sentido da revolução tecnológica. Jean Baudrillard, sociólogo e filósofo, nasceu em Reims a 27 de Julho de 1929, tendo falecido em Paris a 6 de Março de 2007. A sua infância foi marcada por períodos muito conturbados, nomeadamente pela depressão dos anos 30, existindo alguma dificuldade em encontrar dados objectivos sobre a sua biografia, tanto pela inexistência de documentos sobre ela como pela sua personalidade reservada. Jean Baudrillard apresentou-se à sociedade e ao mundo como uma personagem polémica, desenvolvendo uma série de teorias que abordam o impacto da comunicação e dos média na sociedade e na cultura contemporâneas. O autor parte do princípio da realidade construída para discutir a estrutura do processo, em que a cultura de massas produz a realidade virtual. As teorias de Jean Baudrillard contradizem o discurso da “verdade absoluta” e contribuem para a reflexão sobre a situação de domínio dos complexos sistemas contemporâneos. Nos seus estudos o autor aborda ainda a problemática do impacto do desenvolvimento da tecnologia e a abstracção das representações. Para Baudrillard, o plano tecnológico deverá ser desenvolvido num contexto que permita a sua expansão contínua, no entanto considera que as redes encontram-se contaminadas por uma intoxicação mediática. Segundo Jean Braudrillard vivemos numa nova fase da história da humanidade, isto é um novo mundo que se encontra organizado em torno dos simulacros e simulações, o que transforma radicalmente as nossas experiências de vida, destruindo os sentidos e as significações e esvaziando completamente o sentido de realidade. O autor considera que “temos de pensar nos média como se fossem, órbita externa, uma espécie de código genético que comanda a mutação do real em hiper-real”. No seu livro “A Transparência do Mal”, Jean Braudrillard sublinha que as novas tecnologias da informação e da comunicação confrontam o indivíduo diariamente com a hiper-realidade, o que acaba gerando mais angústias, dúvidas e medos. Para combater estas situações propõe uma imensidão de simulacros considerando que o ciberespaço está a desenvolver-se de uma forma frenética, que além de dificultar a distância entre o metafórico e o real subordina totalmente os indivíduos. Paul Virilio, filosofo e urbanista francês, nasceu em 1932, considerando a era da informática como algo de perigoso, na medida em que esta leva os indivíduos a perderem a noção da realidade, quebrando distâncias e territórios, proporcionado ainda uma quantidade absurda de informações. Paul Virilio é considerado um verdadeiro crítico que vê como negativas as implicações dos meios de comunicação de massa, relacionando a Internet com a história e a cultura norte americana, caracterizada por uma imposição ao mundo e por um controlo universal. Importa pois esclarecer que Paul Virilio não é contra as novas tecnologias, não rejeitando linearmente a importância da informática, preocupa-se sim, é com as questões que esta pode vir a exercer sobre os indivíduos. Paul Virilio considera que a tecnologia e a Internet na sociedade contemporânea são uma verdadeira obsessão entendendo que na actualidade a fronteira entre o o privado e o público desapareceu. Virilio considera ainda que o teatro e a dança são as duas únicas linhas de resistência à virtualização. Para Paul Virilio as inovações tecnológicas transformam, modificam e alteram o espaço geográfico em todas as escalas, considerando que “o Homem sempre seguiu a lei do menor esforço”. Se compararmos a posição de Paul Virilio com outros autores, constatamos que o mesmo se enquadra na visão clássica de Umberto Eco, isto é, na visão pessimista. Em suma, podemos afirmar que se Virilio chama a atenção para a velocidade a que vivemos, Baudrillard refere a “desrealização” como uma preocupação, pois a observação directa dos fenómenos é substituída pelo “big brother” com todas as consequências que esse facto acarreta. Finalmente, verificou-se que ambos os filósofos possuíam pontos divergentes e convergentes nas suas teorias sobre a revolução tecnológica e as suas influências na cultura das sociedades modernas. Conclui-se que Paul Vírilio foi um acérrimo opositor a esta revolução tecnológica, vendo-a como destruição do homem como ser humano, enquanto Jean Baudrillard explicava esta revolução como um evoluir normal, onde passamos a viver numa tela onde tudo pode acontecer e onde a distância deixa de existir.

 

Lisboa, 18 de Julho de 2010.

 Nuno Miguel Oliveira

Cibercultura

No âmbito da Unidade Curricular de Educação e Sociedade em Rede do Mestrado em Pedagogia do Elearning, da Universidade Aberta, o docente solicitou que fosse apresentado no blog pessoal de cada um dos mestrandos um comentário sobre a noção de cibercultura, tal como é definida por Pierre Lévy, que inclua três exemplos significativos.

 Assim, as redes de telecomunicações espalhadas por todo o planeta permitem o estabelecimento de contactos amigáveis, as transações contratuais, a transferência de conhecimentos e a descoberta das diferenças entre os povos e as culturas.

Com o desenvolvimento das redes mundiais, nomeadamente com a globalização da sociedade, a informação circula a um ritmo vertiginoso, tornando-se bastante complexo para os indivíduos absorverem toda a informação.

Neste contexto, surge a noção de ciberespaço, também designado por rede, o qual mais não é mais do que um novo meio de comunicação, que emerge a partir da interligação mundial de computadores (Pierre Lévy, pág. 17).

Segundo Pierre Lévy (pág. 17) este termo designa não só a infraestrutura  material da comunicação digital, mas também o universo oceânico das informações que ele alberga, bem como os seres humanos que nele navegam e o alimentam.

Daqui se conclui que os internautas são produtores e consumidores da informação existente no ciberespaço.

O ciberespaço é-nos apresentado como o sistema dos sistemas, por isso mesmo Pierre Lévy (pag. 113) considera-o o sistema do caos.

Desta forma, o autor considera o ciberespaço como o sistema do cão,s na medida em que a informação emerge exponencialmente na rede de forma desorganizada.

Este crescimento da informação deve-se ao facto de a cada minuto, novos inputs ocorrerem na rede, sendo cada vez maior o n.º de computadores que se ligam ao ciberespaço através dos seus nós.

Cada nó de uma rede em permanente expansão tem a capacidade de se vir a tornar um emissor e um recetor de nova informação, imprevisível, bem como a possibilidade de reorganizar uma parte da interação global.

Pierre Lévy, no seu livro “Cibercultura”  refere-se ao dilúvio da informação (pág. 14) assemelhando-se este ao dilúvio bíblico, contudo o dilúvio da informação não terá fim.

 Neste sentido, uma vez que as mensagens mediáticas divulgadas na rede serão lidas por milhares de utilizadores, ela é composta de forma a gerar um denominador mental comum entre os destinatários.

O principal evento cultural anunciado pela conjuntura do ciberespaço é a desconexão da universalidade e da totalização. 

Atendendo à incapacidade humana de armazenar na sua “Arca de Noé” toda a informação, devido à sua  diversidade e constante mutação, cada indivíduo deve filtrar, organizar hierarquizar e armazenar a informação que considera relevante.

Na rede iremos encontrar uma multiplicidade de “arcas” que representam os interesses pessoais dos indivíduos, reconstituindo-se a memória coletiva através da interação dos mesmos.

 Quanto à definição de cibercultura, Pierre Lévy (pág. 17), caracteriza-a como o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), as praticas, as atitudes, as maneiras de pensar e os valores que se desenvolvem conjuntamente com o ciberespaço.

Salientamos que as atividades humanas abrangem interações entre os indivíduos, entidades materiais e ideias. É impossível separar o humano do seu ambiente material, assim como não podemos separar o mundo material das ideias através das quais estes objetos são concebidos e utilizados.

Admitindo que existem três elementos, a saber – técnica – cultura e sociedade – podemos pensar nas técnicas como o produto de uma sociedade e sua cultura.

As técnicas originam implicações sociais bastante variadas, sendo que por detrás destas existem sempre relações de interesses. Torna-se todavia bastante difícil definir as implicações sociais e culturais da tecnologia, mais precisamente da informática e da conexão à rede mundial ou à aldeia global.

As técnicas são produzidas dentro da cultura e são condicionadas por esta, ou seja, a técnica abre possibilidades sociais e culturais, mas nem sempre elas são utilizadas de igual forma em todos os locais.

 Na cibercultura, a velocidade de transformação é uma constante pelo que os indivíduos não conseguem estar permanentemente atualizados, pois ninguém tem a capacidade de participar ativamente na criação das transformações sociais em todos os ramos de especialização nem tão pouco acompanha-las de perto.

É aqui que intervém a inteligência coletiva, esta representa um dos principais motores da cibercultura.

A manutenção dinâmica de memórias em comum e a distribuição dos centros de decisão opõe-se à separação entre as atividades e a especialização da organização social.

O ciberespaço é um instrumento  privilegiado de inteligência coletiva, desenvolvendo-se com estas ferramentas os sistemas de aprendizagem cooperativa.

A Web está a desenvolver-se a um ritmo vertiginoso, verificando-se a proliferação das ferramentas colaborativas, dos blogs, fóruns, comunidades virtuais de aprendizagem bem como das redes socais.

Desta forma, importa referir que a Internet sempre foi encarada como um ponto de conexão e de partilha, no entanto ao longo da sua existência a mesma tem apresentado um caráter evolutivo.

 Segundo Pierre Lévy  o crescimento desenfreado do ciberespaço é fruto de um verdadeiro movimento social de jovens, no qual existem três princípios orientadores: interligação – criação de comunidades virtuais de aprendizagem – inteligência coletiva.

Começando pela interligação, Pierre Levy (pág. 132) considera que a ligação é sempre preferível ao isolamento, sendo a mesma considerada um bem em si próprio.

Através desta interligação passa-se  da noção de canal e rede para uma sensação de espaço globalizante, considerando-se que os veículos informativos já não estariam no espaço, tornando-se todo o espaço num verdadeiro canal interativo.

 As comunidades virtuais de aprendizagem apoiam-se na interligação, sendo que a sua construção baseia-se fundamentalmente nas afinidades de interesses, de partilha, cooperação ou permuta, isto é, terá de existir uma identidade comum independentemente do local e do espaço.

Em nossa opinião, as comunidades virtuais de aprendizagem são excelentes para a partilha do conhecimento e para a cooperação, tendo os seus participantes têm como principal recompensa  a possibilidade de manifestarem publicamente as suas opiniões, bem como a oportunidade de adquirirem pela via informal novos conhecimentos.

Pierre Lévy (pag. 135) considera que a expressão “comunidade atual” é muito mais adequada do que a expressão “comunidade virtual”.

Já no que se refere à inteligência coletiva, a mesma seria a finalidade última do fenómeno da cibercultura.

Sem dúvida que a melhor utilização do ciberespaço é colocar em sinergia os saberes, as energias, as imaginações dos que se ligam à rede.

No entanto, segundo Pierre Lévy a cibercultura é mais uma fonte de problemas do que de soluções.

Fora das interligações e das comunidades virtuais de aprendizagem somos cada vez mais um ser infoexcluído, atendendo ao facto de que quem não marca a sua presença no ciberespaço não existe.

Para finalizar apresento alguns exemplos tais como o correio eletrónico, Web conferências, Instant Real Chat (MIRC), Windows Live, Skype, os fóruns de discussão, os ambientes de aprendizagem 3D, as comunidades virtuais de aprendizagem, E-Learning e as redes sociais.

Bibliografia:

 Castells, Manuel (2007a),  A Sociedade em Rede.  A Era da Informação: economia, sociedade e cultura, (3.ª Ed. – Vol I). Lisboa. Fundação Calouste Gulbenkian.

 Castells, Manuel (2004). A Galáxia Internet. Reflexões sobre Internet, negócios e sociedade. Lisboa. Fundação Calouste Gulbenkian.

 LÉVY, Pierre (2000), Cibercultura, trad. José Dias Ferreira, 1.ª Ed.: Instituto Piaget.

  

Autenticidade e Transparência na Rede

 

Autenticidade e Transparência em Rede – Uma Reflexão

O debate sobre identidade, autenticidade e transparência na rede iniciou-se com um desafio, nomeadamente, se a identidade digital é um prolongamento da identidade pública, por um lado e, por outro lado, se essa identidade digital também pode ser considerada um prolongamento da nossa intimidade, que é desconhecida.

Com este ponto de partida foi defendida a possibilidade de se preservar a identidade pública, através da criação de uma personalidade digital. Esta hipótese representa uma liberdade infinita, contudo pode ser bem ou mal utilizada.

Foi igualmente defendido que a presença no ciberespaço pode ser feita através do desdobramento de várias dimensões do indivíduo, como pessoal ou profissional. A web permite, também, que qualquer pessoa seja o que quiser, logo a autenticidade não é evidente.

Foi exposto que a rede é um espaço de interacção, sem barreiras no tempo e no espaço, em que um conjunto de indivíduos participa activamente. Desta forma, no mundo virtual, os participantes interagem, como verdadeiros actores sociais, contrariamente ao que acontecia até aí.

Neste processo, os indivíduos acabam por construir uma identidade digital, que nada pode ter a ver com a identidade real e que também sofre mutações em função dos objectivos pretendidos e das experiências vividas.

Em síntese, pode-se afirmar que a identidade digital é diferente da identidade pública, mais ainda que pode ser um prolongamento desta última, mas também permite  ser uma, ou mais, facetas ocultas da personalidade de cada um, em simultâneo ou sofrendo mutações ao longo do tempo.

Estas experiências, quando bem conduzidas, representam uma fonte de resistência às regras impostas pela sociedade, que obriga os indivíduos a ocultar aspectos que são considerados excentricidades.

 

O perigo da fraude intelectual – Uma realidade na era digital

Na era digital, a fraude intelectual é muito fácil de acontecer devido à facilidade de acesso a fontes de informação e respectiva cópia integral, o que levanta questões de ordem ética. Este fenómeno tem sido combatido através da criação de programas para detectar plágio.

A questão da fraude intelectual poderá ser abordada de um outro ponto de vista, isto é,  da veracidade da informação e dos materiais científicos disponibilizados.

Em conclusão, o perigo de fraude intelectual aumentou exponencialmente com o desenvolvimento da rede.

Na verdade, existem muitos conteúdos disponíveis, mas nem sempre é possível proceder à sua validação. De igual modo, a fraude intelectual põe em causa os direitos de propriedade intelectual, levando inclusive a União Europeia a alterar o ordenamento jurídico existente.

 

É possível alguma entidade particular ou alguém (e se sim, qual ou quem) controlar a rede?

A rede encontra-se espalhada pela esmagadora maioria dos países do mundo, com milhões de utilizadores e de entradas de informação diárias. O que não está no Ciberespaço não existe, neste contexto o controlo da rede mundial revela-se uma tarefa árdua.

Verifica-se que não existe uma entidade global que controle a veracidade dos conteúdos disponíveis na rede, surgindo o ICANN que se encarrega da coordenação da atribuição de domínios e da estabilidade operativa da internet.

Desta forma, os controlos que existem actualmente são parciais e direccionados, isto é, tanto podem combater o crime, através da cooperação das autoridades nacionais, como podem por em causa a liberdade de expressão e o acesso à informação, como é o caso da censura feita pelos governos de alguns países.

Para finalizar, conclui-se que uma possível solução de controlo, global e multifacetado, da rede poderá ser efectuado através da criação de um organismo internacional, sob a égide das Organização das Nações Unidas.

 

Em que medida a rede é segura e em que medida a informação nela partilhada é confiável? Quem o pode garantir?

Neste momento, a rede não é totalmente segura, nem a informação nela existente é validada por um organismo.

A existência de uma rede segura é uma questão à qual os diferentes Estados e, também, a União Europeia têm procurado corresponder, através da criação de diversos programas e projectos.

Consequentemente, a questão da segurança da rede passa pela consciencialização dos utilizadores para os riscos associados a uma utilização descuidada. Assim, muitas vezes são estes mesmos utilizadores que identificam erros e confirmam se a fonte de informação é ou não fidedigna.

Num futuro, sem colocar em causa a liberdade de expressão, o controlo poderá ser feito pelos Estados, através da classificação e gestão da informação.

Lisboa, 12 de Maio de 2010

Nuno Miguel Oliveira

Sociedade em Rede

O conceito de sociedade em rede, assente nas novas tecnologias da informação, é utilizado para descrever uma nova ordem social, a qual mudou a forma como os indivíduos aproveitam as oportunidades que lhes são concedidas e se relacionam entre si.

Existe no entanto uma luta constante pelos Estados em manterem a sua identidade local, no entanto estes vêem-se obrigados a ceder, em alguns aspectos, para serem aceites e se enquadrarem numa economia global.

Vivemos na era da globalização, a qual é marcada por uma diversidade de culturas e ideologias, conectadas em rede, através da internet, a qual constitui cumulativamente a principal ferramenta de organização da sociedade contemporânea.

A internet permite a criação de comunidades virtuais, que mais não são do que novas formas de interacção social, organizadas em torno de interesses comuns, tendo em vista o debate e/ou a resolução de problemas de natureza política, económica, educacional, social, entre outros.

Ao nível da formação somos confrontados com as comunidades virtuais de aprendizagem bem como com redes sociais.

As comunidades virtuais e as redes sociais permitem a partilha da informação e a construção do conhecimento. Estamos pois perante uma sociedade informacional

O modo informacional de desenvolvimento, segundo Manuel Castells, não é mais do que a acção do conhecimento sobre os próprios conhecimentos como principal fonte de produtividade.

No entanto, estas redes encontram-se numa mutação vertiginosa, dado que estão sempre a ocorrer novos inputs que geram nova informação, uma maior reflexão e eventualmente a construção de novos conhecimentos.

O grande contributo da sociedade em rede não é a importância da informação e do conhecimento, mas sim todo um conjunto de tecnologias da informação utilizado para processar e organizar as informações produzidas pela sociedade permitindo o seu acesso a todos os indivíduos de uma forma universal tentando-se evitar a infoexclusão ou a exclusão social.

Desta forma, a Sociedade em Rede afecta as mais diversas áreas da sociedade contemporânea as quais vão desde a economia, organização empresarial, cultura, ensino, politica.

No entanto, a globalização característica nas economias capitalistas das sociedades contemporâneas pode gerar efeitos desastrosos nas economias menos estruturadas aos mais diversos níveis.

Portanto, uma nova ordem social e económica necessita de ser equacionada e colocada em prática num curto espaço de tempo, para que o mundo globalizado possa viver de forma harmoniosa.

A sociedade, mantendo um diálogo entre os diferentes povos e culturas, com uma visão sistémica e interdisciplinar e com o apoio da tecnologia, pode equacionar estes problemas e possibilitar o desenvolvimento de um mundo melhor para as próximas gerações.

Lisboa, 06 de Maio de 2010.

Nuno Miguel Oliveira

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